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Por
Raphael
Ramos
Realize

O Instituto Realice é uma organização
social sem fins lucrativos que desenvolve projetos de
geração de renda em comunidades carentes
do Rio de Janeiro. O primeiro passo foi o Projeto Realice,
uma expedição que passou por quatro países
da Ásia Índia, Bangladesh, Tailândia
e Vietnã - para conhecer as iniciativas e tecnologias
sociais desenvolvidas nesses países. Agora, a
ONG lança a Asta, uma rede de venda direta por
catálogo. O projeto surgiu depois que o instituto
fez uma pesquisa e constatou que 64% dos consumidores
não compram produtos artesanais e de cooperativas
por não saberem onde encontrar. Participaram
do primeiro catálogo 26 grupos localizados em
locais de baixo poder aquisitivo do grande Rio. A primeira
edição conta com 150 produtos que vão
desde camisetas de fibra de PET, até cestos de
piaçava e cerâmicas exclusivas. Quer comprar?
redeasta.com.br.
.
Eu
sou porque nós somos
Já foi o tempo em que o nome Madonna era sinônimo
de escândalos. Pelo contrário! Hoje, o
nome da cantora pop americana pode até ser associado
à palavra solidariedade. Não é
à toa que o primeiro single, 4 Minutes,
do seu recente álbum Hard Candy,
traz a mensagem subjetiva de salvar o mundo em 4 minutos.
Mas é através do cinema que Madonna tenta
passar sua principal mensagem social. O documentário
I Am Because We Are, do estreante diretor
Nathan Rissman, foi escrito, produzido e narrado por
ela mesma, e mostra como a Aids tem efeito sobre as
vidas das crianças no desconhecido país
africano Malauí. O título foi inspirado
no ubuntu, uma antiga palavra africana,
cujo significado é humanidade para todos.
O interesse de Madonna por Malauí começou
há cerca de dois anos, quando ela recebeu um
telefonema de pedido de ajuda de uma empresária
daquele país. Depois da conversa, a pop star
se informou sobre o Malauí, e os resultados foram:
a criação de uma organização
chamada Raising Malawi e o longa de 94 minutos. Apesar
da boa intenção de Madonna, o documentário
ainda não tem data de estréia no Brasil.
Se quiser ver o trailer, vá ao site: iambecauseweare.com.
.
Coleta
seletiva sim!
Apesar de todos os esforços de ambientalistas
para melhorar o serviço da coleta seletiva no
Brasil, o sistema ainda é muito lento no país.
Somente 14% da população brasileira é
atendida por este tipo de serviço, sendo que,
quase a metade se concentra no sudeste. E o pior! O
volume da coleta seletiva no Brasil aumentou pouco mais
de 4% nos últimos dois anos. Os dados são
da pesquisa do Compromisso Empresarial para Reciclagem
(Cempre- IBGE). O motivo principal do pequeno crescimento
ainda é o custo-benefício. Hoje, a coleta
normal é em média cinco vezes mais barata
do que a seletiva. Há dez anos o valor da coleta
seletiva no Brasil era dez vezes mais caro. De acordo
com a Comlurb, no Rio são coletadas 540 toneladas
por mês. E como você pode ajudar? A coleta
seletiva é realizada de porta em porta uma vez
por semana, no mesmo horário e dias alternados
da coleta regular. O material deve estar em sacos transparentes
para melhor identificação dos materiais
separados. O lixo tem que ser seco, ou seja, sem mistura
de lixo orgânico, como restos de comida. Quer
saber mais? No site da Comlurb você pode encontrar
mais detalhes sobre a coleta seletiva no Rio de Janeiro.
O endereço é: rio.rj.gov.br/comlurb.
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